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Vocalista do Linkin Park é encontrado morto em aparente suicídio

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O vocalista da banda Linkin Park, Chester Bennington, que superou uma infância complicada e chegou ao topo das paradas musicais com seu rock pesado e melódico, foi encontrado morto nesta quinta-feira em um aparente suicídio. O cantor tinha 41 anos.

“Chocado e com o coração partido, mas é verdade”, tuitou o guitarrista e principal compositor do Linkin Park, Mike Shinoda.

As autoridades de Los Angeles afirmaram ter recebido uma ligação pouco depois das 9h00 (13h00 de Brasília) dizendo que Bennington foi encontrado enforcado em sua casa, na luxuosa área de Palos Verdes Estate.

“Está sendo tratado como possível suicídio”, declarou Brian Elias, chefe de operações do IML do condado.

Bennington, que foi casado por duas vezes e teve seis filhos, lutou a vida inteira contra a dependência química e a baixa auto-estima.

Nascido e criado no Arizona, Bennington contou que um amigo de sua família começou a abusá-lo quando tinha sete anos.

“Eu era espancado e forçado a fazer coisas que eu não queria. Isso destruiu minha autoconfiança”, disse ele ao site de música britânica Team Rock em 2014.

“Como a maioria das pessoas, estava com muito medo de dizer qualquer coisa. Eu não queria que as pessoas pensassem que eu era gay ou que estava mentindo”, afirmou.

Os pais de Bennington se divorciaram anos depois e, ainda criança, disse ter se envolvido com álcool e drogas.

Sua raiva foi transformada em música e o Linkin Park tornou-se um grande sucesso na época do chamado novo metal, que incorporou estruturas do pop e hip-hop, com Shinoda muitas vezes fazendo rap entre os vocais de Bennington.

– Grande estreia –

Depois de Bennington tentar, sem sucesso, entrar na cena musical de Phoenix, um caça-talentos ouviu sua voz e organizou uma audição em Los Angeles com o Linkin Park.

A banda rapidamente se conectou com o cantor, apesar de ter um histórico muito diferente de Shinoda, pianista clássico e formado em Design Gráfico.

O grupo, que teve problemas antes da chegada da Bennington, assinou um contrato com a gravadora Warner e o seu álbum de estreia, “Hybrid Theory”, tornou-se o mais vendido nos Estados Unidos em 2001.

O CD – que vendeu mais de 10 milhões de cópias – continha sucessos como “In The End” e “Crawling”.

O Linkin Park lançou mais seis álbuns de estúdio e todos ficaram entre os três primeiros lugares das paradas musicais dos Estados Unidos.

O último álbum, “One More Light”, saiu em maio e marcou uma mudança no estilo do Linkin Park, com mais influências do pop e eletrônico.

– Dias antes da turnê –

Em entrevista à Music Week para o último álbum, Bennignton disse estar frustrado com os fãs que queriam que a banda retornasse ao estilo anterior.

“Quando fizemos ‘Hybrid Theory’, eu era o cara mais velho da banda e estávamos no início dos anos 2000. É por isso que digo: ‘por que ainda estamos falando de Hybrid Theory’?”.

Em maio, Bennington se mostrou comovido sobre a morte de um dos principais nomes do grunge Chris Cornell, vocalista da banda Soundgarden.

Mas o cantor do Linkin Park não aparecia em público há algum tempo.

A banda tinha uma turnê prevista para começar na próxima semana, incluindo um show no estádio de beisebol do Citi Field de Nova York ao lado de grupos importantes da mesma geração como Blink-182 e Wu-Tang Clan.

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XII Festival de Bandas e Fanfarras encerra com desfile das campeãs

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Foto: Mauro Nayan

As campeãs do XII Festival de Bandas e Fanfarras de Santarém desfilaram na noite de segunda-feira (17), no estádio Colosso do Tapajós. O Festival ocorreu no último final de semana, 14 e 15 de setembro.

Na categoria Banda de Percussão desfilaram as escolas: Tiago Xisto de Aragão (Lago Grande), 1º lugar com 290,9 pontos e a Corporação Musical Estrela Negra, 2º lugar com 285,6 pontos. Na categoria Banda Musical: Maria de Lourdes Almeida, 1º lugar com 352,9 pontos; Álvaro Adolfo da Silveira, 2º lugar, com 352,6 pontos e Almirante Soares Dutra, 3º lugar, com 351, 2 pontos.

Desfilaram também as demais agremiações campeãs. Na categoria Banda de Percussão: Escola Municipal da comunidade de Boa Fé (Lago Grande), 3º lugar com 285,2 pontos.

As escolas vencedoras da categoria Fanfarra Simples: a Escola Inglês de Souza (Óbidos), 1º lugar, com 313,9 pontos; A Escola Municipal Vila Nova (Lago Grande), 2º lugar, com 313,4 pontos e a escola São José (Óbidos), 3º lugar com 313,1 pontos, não se apresentaram, pois retornaram às suas localidades logo depois das apresentações de domingo.

A secretária municipal de Educação de Santarém Mara Belo avaliou positivamente o XII Festival de Bandas e Fanfarras. Segundo ela, em todas as etapas do festival foi oferecido a população um espetáculo de qualidade. “Por esses resultados tão positivos o festival faz parte do calendário cultural do município de Santarém. É a história viva de nossa cidade demonstrada através de ritmos, harmonia, coreografia e criatividade das bandas e fanfarras. A realização do evento é um compromisso da gestão pública municipal. Agradecemos as demais secretarias que nos ajudaram, as instituições de seguranças, a população que prestigiou o evento, as escolas, os diretores, professores e os alunos, bem como a equipe de coordenação do festival que foi brilhante em todas as etapas”, exaltou.

A premiação que será utilizada para a aquisição de novos instrumentos será entregue até o final do mês de outubro para os vencedores dos festivais de 2017 e 2018. Em reunião com os vencedores dos dois festivais, juntamente com a equipe técnica da Semed foi informado que todos os procedimentos para compra foram cumpridos, mas como duas das três empresas vencedoras da licitação são de Santa Catarina e de Goiás há um prazo para fazer a entrega. Após todos os instrumentos chegarem a secretaria fará a entrega.

O coordenador do XII Festival de Bandas e Fanfarras José Maria Lira afirmou que o evento foi gratificante considerando principalmente a participação das escolas e do público que compareceu para prestigiar as apresentações nas três noites, superando a previsão de 20 mil pessoas. Lira observou que a apresentação das bandas e das fanfarras no desfile das campeãs foi sem o peso da disputa, com mais elegância e descontração, apresentando inclusive outros números do repertório. “Trata-se de um momento ímpar, satisfatório. É gratificante coordenar um evento tão grandioso como este, claro com a ajuda de uma equipe tão competente e comprometida com o que faz e que realiza tudo muito bem feito”, elogiou.

A coordenadora da Escola de Arte Emir Hermes Bemerguy Monique Marinho que em conjunto com o professor Júlio Heleno é responsável pelo apoio técnico, disse que se sentiu feliz em poder fazer parte do momento que já é histórico para Santarém. Monique destacou ainda que o processo de apuração foi bastante tranquilo, haja vista que as escolas são bem organizadas.

O regente de banda da Escola Almirante Soares Dutra Lucas Ibi destacou a organização do XII Festival de Bandas e Fanfarras de Santarém: “A organização foi belíssima, envolvendo a apresentação de todas as bandas. Só temos a agradecer pela estrutura montada pelo município e pela evidente preocupação da coordenação com todas as bandas que participaram do evento”, analisou.

Para o professor de artes e coordenador geral da banda da escola Álvaro Adolfo da Silveira Roniclei Batista Vieira tudo é fruto de muito trabalho da coordenação, do regente José Cândido, dos coreógrafos Ádresson e Gisele e, principalmente, dos alunos e ex-alunos componentes da banda que fazem o Festival acontecer. E aproveitou para parabenizar a coordenação do evento pela mudança da Avenida Tapajós para o estádio Colosso do Tapajós o que proporcionou conforto, segurança às bandas e fanfarras e ao público que prestigiou o evento.

O regente da Corporação Musical Estrela Negra, Diego Castile destacou que mesmo diante da luta que a entidade enfrenta diariamente com relação aos ensaios e a logística a participação da banda foi maravilhosa. O regente também falou sobre o fato da Corporação Musical Estrela Negra não pertencer a uma escola tradicional como as demais, no entanto explicou que a banda está ligada ao Cras de São José Operário onde instalou uma escola de música e tornou-se um projeto social aberto à comunidade.

O regente da escola Tiago Xisto de Aragão, que conquistou o 1º lugar no Festival, Márcio Rodrigo de Sousa disse que os objetivos da banda foram alcançados ao conquistar o primeiro lugar da categoria Banda de Percussão. Foram cinco dias intensos. A escola trouxe como tema: “Mistura de ritmos”, que abriu um leque de possibilidades para que a banda tocasse de tudo um pouco.

Sobre a organização do festival, o regente disse que a coordenação fez um trabalho impecável, principalmente, quando permitiu que o evento retornasse ao estádio, garantindo conforto e comodidade tantos as bandas quanto ao público.

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