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Saúde

Unhas inchadas, lábio roxo: sinais de que você pode estar com doença cardíaca

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📷 Satevanovigor / Istock

Um ataque cardíaco é, normalmente, o indício mais óbvio e muitas vezes fatal de que o coração não apresenta boas condições de saúde. Mas saiba que existem outros sinais incomuns que podem ser ignorados, mas que também podem significar que você possui uma doença cardíaca. Confira alguns sintomas, listados pelo site The Conversation:

Sinais de doença cardíaca

Unhas inchadas: a aparência mais larga e arredondada das unhas, que lembra um inchaço, raramente resulta em dores, mas pode indicar um problema cardíaco. O fenômeno ocorre quando o sangue oxigenado não chega adequadamente os dedos, fazendo com que as células produzam a característica incomum.

Lábios roxos: a região assume uma coloração azulada em pessoas com problemas cardíacos quando há uma falha do sistema cardiovascular em liberar sangue oxigenado para os tecidos.

Problemas de gengiva e dentes soltos:quando bactérias causadoras de doenças na boca entram na corrente sanguínea, causam inflamação nos vasos sanguíneos, o que pode resultar em doenças cardiovasculares. Diversos estudos já mostraram que a perda de dentes e a inflamação na gengiva são marcadores de doença cardíaca.

Mudanças na íris do olho: a presença de um anel cinza ao redor da parte externa da íris, a parte colorida do olho, representa depósitos de gordura e tem sido associada a alguns dos fatores de risco de doença coronariana.

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Saúde

DST pouco conhecida alarma médicos por resistência a antibióticos

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FOTO: KULOUKU/SHUTTERSTOCK

Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.

O Mycoplasma genitalium, ou MG, como é conhecido, já se mostrou resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública. O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.

O QUE É?

O Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos -útero e as tubas uterinas– provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade.

A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.

PREOCUPAÇÃO

A ascensão da M. genitalium ocorre principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana.

Como a infecção por essa bactéria não é de notificação compulsória no país, ou seja, as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas.

No entanto, segundo o Ministério da Saúde, estudos regionais demonstram que ela “é muito menos frequente que outros agentes como a N. gonorrhoeae (responsável pela gonorreia) e Chlamydia trachomatis (responsável pela clamídia) -que, quando não tratadas, também podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais e outros danos à saúde.

No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa, segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, na sigla em inglês).

A associação afirma que as taxas de resolução da infecção após tratamento com um grupo de antibióticos chamados macrolídeos estão diminuindo e que a resistência da M. genitalium  a esses antibióticos é estimada em cerca de 40% no Reino Unido. “Sessenta por cento das infecções permanecem sensíveis a macrolídeos como a azitromicina”, diz o médico Paddy Horner, da Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV e responsável por desenvolver as diretrizes relacionadas à doença.

Segundo Horner, antes de 2009, quase todas as infecções por Mycoplasma genitalium eram sensíveis a esse grupo de antibióticos.

DIRETRIZES

Novas diretrizes detalhando a melhor forma de identificar e tratar a M. genitalium estão sendo lançadas no Reino Unido.

Já existem testes para detectar a bactéria, mas eles ainda não estão disponíveis em todas as clínicas da Inglaterra, onde os médicos podem, entretanto, enviar amostras para o laboratório da Public Health England -a agência executiva do Departamento de Saúde e Assistência Social – para obter um diagnóstico.

Peter Greenhouse, especialista em DSTs, recomenda às pessoas que tomem precauções.”Já é hora de o público aprender sobre o Mycoplasma genitalium”, disse ele. “É mais um bom motivo para por camisinhas nas malas das férias de verão -e realmente usá-las.”

No Brasil, o Ministério da Saúde afirma que “a realidade ainda é muito diferente da Inglaterra”, mas que é necessário identificar os casos e tratá-los “para interromper a cadeia de transmissão”. “Vale destacar que a camisinha masculina ou feminina é fornecida gratuitamente pelo Sistema único de Saúde (SUS), podendo ser retirada nas unidades de saúde de todo o país”, lembra.

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