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Política

Tiririca anuncia que será candidato à reeleição

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Foto: Nilson Bastian

O deputado federal Tiririca (PR-SP) anunciou oficialmente neste sábado, 4, que desistiu de desistir da política. “Estou declarando que vou voltar atrás e vou disputar mais uma eleição”, disse o parlamentar em discurso na convenção nacional do PR. Aos correligionários do partido, Tiririca disse que quer ser o deputado “mais votado na história do País”.

O deputado explicou que decidiu tentar a reeleição após ouvir os “pedidos do povo”.

Francisco Everardo Oliveira Silva, que é mais conhecido pelo nome artístico, disse que, nos shows que ainda faz como humorista pelo Brasil, a plateia sempre pede para que ele não desista da política.

Ao lado do ex-governador Geraldo Alckmin, Tiririca anunciou que apoia o tucano na disputa presidencial. “Geraldo, você tem o meu apoio. O País está precisando de gente honesta como você.”

Em seguida, Alckmin discursou no mesmo palco e respondeu ao deputado que, com o apoio do PR, conseguirá chegar ao Palácio do Planalto. “Tenho certeza de que a com força do PR, nós vamos chegar lá, Tiririca”, disse o tucano. “Estou mais preparado (que em 2006) e agora estou do lado do campeão de votos Tiririca, para ver se passa um pouquinho para mim.”

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Política

Ação popular pede suspensão de aumento de salário de ministros do STF

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Foto: Nelson Jr./SCO/STF

advogado Carlos Alexandre Klomfahs requereu, em ação popular, que a Justiça Federal barre o aumento de salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Klomfahs pede que ‘seja sustado o andamento do ato administrativo’ enviado ao Ministério do Planejamento para compor o Orçamento do Executivo, do Legislativo e do Judiciário que será analisado pelo Congresso.

À Justiça, o advogado afirmou que `além do reflexo no Poder Judiciário da União, há o efeito nos Poderes Executivo e Legislativo, que não podem ter valores diferentes entre si’.

“Não se desconsidera a importância do Poder Judiciário (dos agentes públicos e dos agentes políticos), e uma consequente boa remuneração, muito menos a perda inflacionária e a necessidade de recomposição dos subsídios, desde que não destoem dos índices oficiais e do reajuste do salário mínimo de que depende mais de 50 milhões de brasileiros”, afirmou.

Klomfahs observou ainda: “causa espécie e furor à sociedade brasileira, que tomando como parâmetro o percentual do aumento do salário mínimo de 2017 para 2018, que foi de 1,81%, e o índice oficial da inflação (IPCA) de 2,95%, temos que aceitar passivamente o percentual de reajuste do Judiciário e seus consectários, de 16,38, que notadamente viola os princípios da razoabilidade, da proporcionalidade e dos objetivos da República Federativa do Brasil em construir uma sociedade livre, justa e solidária e reduzir as desigualdades sociais.”

Na quarta-feira, 8, os ministros da Corte máxima aprovaram a inclusão no orçamento da Corte do próximo ano de um reajuste de 16,38% no próprio salário dos ministros. Considerada o teto do funcionalismo público, a remuneração dos ministros, atualmente em R$ 33,7 mil, pode subir para R$ 39,2 mil, um aumento de R$ 5,5 mil.

Como o valor é o teto do funcionalismo, o aumento tem impacto também nos salários do Executivo e do Legislativo federal e dos Estados. A proposta foi aprovada por 7 votos a 4.

Na quinta-feira, 9, o ministro Ricardo Lewandowski, um dos que votou pelo aumento, rebateu críticas à decisão da Corte de incluir o reajuste na proposta orçamentária. Na avaliação de Lewandowski, o reajuste “recupera parcialmente” as perdas inflacionárias e provocará um impacto no Poder Judiciário inferior ao valor de R$ 1 bilhão que a Justiça devolveu aos cofres da Petrobrás em virtude do esquema de corrupção revelado na Operação Lava Jato.

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