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Ciência

Telescópio italiano revela água em exoplaneta

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📷 Reuters

O Telescópio Nacional Galileu (TNP) revelou a existência de moléculas de água na atmosfera de um planeta situado a 63 anos-luz da Terra.

Descoberto em 2005, o exoplaneta em questão se chama “HD 189733 b” e possui características similares às de Júpiter, mas sua temperatura é superior.

Ele orbita ao redor de uma estrela anã laranja – cuja expectativa de vida está entre 15 bilhões e 30 bilhões de anos – maior que o Sol e com temperatura de aproximadamente 1.200º.

A descoberta das moléculas de água foi realizada por um grupo italiano, guiado por Matteo Brogi, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e por Paolo Giacobbe, do Instituto Nacional de Astrofísica de Turim, na Itália.

Em 2005, já havia sido identificada uma molécula de H2O no “HD 189733 b”, mas não a partir de um telescópio tão pequeno. O instrumento que o identificara é o espectrógrafo infravermelho “Giano”.

“Até então, para medidas como esta, éramos obrigados e recorrer a telescópios bem maiores, como o ‘Very Large Telescope’ ou o ‘Observatório W.M. Keck'”, dizem os pesquisadores.

De acordo com eles, tais instrumentos óticos “possuem um diâmetro de, respectivamente, 8,2 e 10 metros”, enquanto o TNP tem apenas 3,6 metros.

Para os pesquisadores, a descoberta dá margem para revelações futuras, já que o instrumento ótico demonstrou uma capacidade além do esperado.

  • ANSA
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Ciência

Restos antigos de 2.500 anos são encontrados em sarcófago ‘vazio’

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📷 Reprodução / Facebook / Nicholson Museum

Uma múmia de 2.500 anos foi finalmente descoberta em um caixão preservado na Universidade de Sydney durante os últimos 150 anos. Antes pensavam que o sarcófago estava vazio.

Os arqueólogos do Museu Nacional, que é o mais velho da Austrália, ao levantarem a tampa do antigo caixão, encontraram os restos humanos. A múmia não estava completamente intacta e os restos estavam um pouco danificados, comunica o canal ABC News.

Enquanto os hieróglifos no caixão indicam que tenha sido feito por uma sacerdotisa chamada Mer-Neith-it-es, os cientistas apontam que às vezes as múmias são tiradas de seu caixão original para que o use depois. Os antigos vendedores egípcios poderiam colocar outra múmia dentro, se o comprador assim pedisse.

Os arqueólogos agora tentam revelar o mistério de quem na verdade está dentro do caixão, usando modelos 3D e conduzindo escaneamento por Tomografia Computadorizada (CT). “Ela é mais velha, e tem algumas alterações degenerativas precoces e o sacro está fundido, então sabemos que é definitivamente um adulto”, concluiu o professor John Magnussen. O exame mostrou que os restos pertencem a um adulto de mais de 30 anos e que os pés e ossos do tornozelo ficaram intactos em sua grande maioria.

Outra descoberta importante feita pela especialista do Egito, Connie Lord, foi a seguinte: a resina foi colocada no crânio da múmia depois que o cérebro foi retirado. “É uma descoberta incrível, não me lembro de ter encontrado algo parecido. Isto devia ser extremamente raro”.

A identificação dos restos pode levar meses ou até anos. O caixão de Mer-Neith-it-es junto com outros três serão exibidos no novo museu Nicholson.

  • Sputnik Brasil
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