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Saúde

Segurar espirro é muito mais perigoso do que parece e pode causar 4 problemas graves

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Foto: Kurhan/Shutterstck

Tentar segurar um espirro no meio da sala de aula, em uma reunião de trabalho ou mesmo no cinema é algo comum, mas o hábito pode ser muito mais perigoso do que você pensa e pode provocar graves problemas de saúde, incluindo inflamações e até fratura.

Por que segurar espirro faz mal

De acordo com o otorrinolaringologista Raimar Weber, da Universidade de São Paulo (USP), nunca se deve tampar completamente o nariz quando se tem vontade de espirrar. É difícil de acontecer, mas segurar o espirro pode causar lesão e traumas em diversas partes do corpo, afirma o especialista.

Riscos de segurar o espirro

1. Se a pessoa que segurou o espirro tiver alguma secreção no nariz, esse material que não foi expulso do corpo pode ir para o ouvido e gerar uma inflamação.

2. Em casos mais graves, segurar o espirro pode estourar o tímpano, a membrana com nervos, que fica dentro do ouvido e transmite as vibrações do ar para parte interna do canal auditivo.

3. Antes de espirrarmos, nosso diafragma se contrai e enche o pulmão de pressão que, por sua vez, só é liberada quando liberamos o espirro. Se essa pressão não escapa, pode ser dirigida para outros lugares, como a pálpebra ou direto para o olho.

4. Você pode não acreditar, mas segurar o espirro pode até causar fratura. O caso raro aconteceu com um paciente britânico que rompeu a parte de trás da garganta porque tentava não espirrar.

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Pará notificados 12 casos de raiva humana incluindo seis mortes

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Foto: Lusa

Secretaria de Saúde do Pará informou ter notificado 12 casos de raiva humana no estado, incluindo seis mortes. Até o momento, pelo menos um caso foi confirmado. Segundo o órgão, um paciente morreu na tarde de ontem (15) no Hospital Regional de Breves. Quatro crianças seguem internadas na Santa Casa de Misericórdia em Belém e uma no Hospital Regional de Breves, que também atende um adulto com suspeita da doença. A maioria dos pacientes se mantêm em estado considerado grave.

Por meio de nota, a secretaria informou que continua o trabalho de investigação e prevenção da raiva humana no município de Melgaço, no Arquipélago do Marajó. Na última segunda-feira (14), 1 mil doses de vacina antirrábica e 300 frascos de soros antirrábico foram enviados à região. As ações se concentram na localidade de Rio Laguna, a cerca de 70 quilômetros de Melgaço, onde residem aproximadamente mil pessoas. Até o momento, foram vacinadas 500 pessoas.

Leia também: Câncer de ovário é o sétimo mais incidente no norte do Brasil

Ainda de acordo com o governo estadual, coletas sorológicas foram realizadas em todos os pacientes – inclusive os que morreram – e encaminhadas ao Instituto Pasteur, em São Paulo, laboratório referência no diagnóstico de raiva humana. Desde o último dia 4, equipes de vigilância epidemiológica e de vigilância em saúde estão no local para investigar as suspeitas, em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária do Pará e o Ministério da Saúde.

Todos os casos notificados pela Secretaria de Saúde como suspeitos para raiva humana apresentam quadro semelhante, com sinais e sintomas como febre, dispneia, cefaleia, dor abdominal e sinais neurológicos como paralisia flácida ascendente, convulsão, disfagia (dificuldade de deglutir), desorientação, hidrofobia e hiperacusia (sensibilidade a sons, principalmente agudos).

Casos confirmados de raiva humana no Pará não ocorrem desde 2005, quando 15 casos foram registrados no município de Augusto Corrêa e três em Viseu (nordeste paraense) – todos por transmissão de morcego hematófago (que se alimenta de sangue).

Em 2004, Portel (município do Marajó) registrou 15 casos da doença – todos também por morcegos hematófagos, assim como os seis casos confirmados em Viseu, no mesmo ano.

Todos os casos confirmados nesses dois períodos, segundo a secretaria, evoluíram para óbito.

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