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Saúde

Segurar espirro é muito mais perigoso do que parece e pode causar 4 problemas graves

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Foto: Kurhan/Shutterstck

Tentar segurar um espirro no meio da sala de aula, em uma reunião de trabalho ou mesmo no cinema é algo comum, mas o hábito pode ser muito mais perigoso do que você pensa e pode provocar graves problemas de saúde, incluindo inflamações e até fratura.

Por que segurar espirro faz mal

De acordo com o otorrinolaringologista Raimar Weber, da Universidade de São Paulo (USP), nunca se deve tampar completamente o nariz quando se tem vontade de espirrar. É difícil de acontecer, mas segurar o espirro pode causar lesão e traumas em diversas partes do corpo, afirma o especialista.

Riscos de segurar o espirro

1. Se a pessoa que segurou o espirro tiver alguma secreção no nariz, esse material que não foi expulso do corpo pode ir para o ouvido e gerar uma inflamação.

2. Em casos mais graves, segurar o espirro pode estourar o tímpano, a membrana com nervos, que fica dentro do ouvido e transmite as vibrações do ar para parte interna do canal auditivo.

3. Antes de espirrarmos, nosso diafragma se contrai e enche o pulmão de pressão que, por sua vez, só é liberada quando liberamos o espirro. Se essa pressão não escapa, pode ser dirigida para outros lugares, como a pálpebra ou direto para o olho.

4. Você pode não acreditar, mas segurar o espirro pode até causar fratura. O caso raro aconteceu com um paciente britânico que rompeu a parte de trás da garganta porque tentava não espirrar.

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Saúde

Anvisa aprova novos tratamentos para o câncer

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Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou esta semana três novos tratamentos para o câncer. Para pacientes com câncer de próstata, foi aprovado o registro do medicamento Erleada (apalutamida), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 miligramas (mg).

De acordo com a agência, o remédio, com dose de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg), em combinação com terapia de privação androgênica (castração medicamentosa ou cirúrgica), é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não metastático resistente à castração.

Pacientes diagnosticados com carcinoma de células renais – um tipo de câncer nos rins – passaram a contar com uma nova indicação terapêutica, resultado da combinação de dois produtos biológicos usados em tratamentos oncológicos. Os medicamentos são o Opdivo (nivolumabe) e o Yervoy (ipilimumabe), que integram o rol de novas opções de terapias para o combate ao câncer, denominadas imunoterapias.

A nova indicação aprovada pela Anvisa é direcionada para o tratamento de primeira linha em pacientes adultos com carcinoma de células renais de risco intermediário ou alto.

A agência também aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento de carcinoma de células renais avançado. O produto é o Cabometyx (levomalato de cabozantinibe), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, nas concentrações de 20 mg, 40 mg e 60 mg.

O remédio, segundo a Anvisa, é indicado para adultos não tratados previamente (primeira linha) e para pacientes que já passaram por outro tratamento (segunda linha).

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