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Rússia testa com sucesso seu novo míssil hipersônico de alta precisão

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📷 Sputnik / Ildus Gilyazutdinov

Rússia realizou um teste de lançamento do míssil hipersônico de alta precisão Kinzhal, disse o Ministério da Defesa em um comunicado neste domingo (horário local).

“A tripulação de um caça MiG-31 da Força Aeroespacial Russa realizou um teste de lançamento do míssil hipersônico de alta precisão Kinzhal”, informou a nota.

Também é relatado que o míssil, de localização aérea, atingiu um alvo designado em um polígono militar.

“O teste foi bem sucedido e o projétil atingiu um alvo instalado em um polígono militar”, apontou o texto.

O Ministério da Defesa também enfatiza que as equipes do caça MiG-31, equipadas com o míssil Kinzhal, realizaram mais de 250 voos de treinamento até o momento este ano.

“Desde o início de 2018, as tripulações do caça interceptador MiG-31 armado com o míssil Kinzhal realizaram mais de 250 voos, de acordo com o plano de treinamento militar nas unidades da Força Aeroespacial Russa”, completou o comunicado.

O departamento militar russo também revelou que o caça MiG-31 havia decolado de um aeródromo no território do distrito militar do sul russo e que o teste confirmou as características táticas e técnicas do sistema Kinzhal.

O Ministério da Defesa enfatiza que as características do novo míssil — e também as do caça MiG-31 — permitem que ele seja “invisível” para os radares do inimigo potencial.

Kinzhal (‘Punhal’ em russo) se move 10 vezes mais rápido do que o som e executa manobras ao longo de sua trajetória.

Durante o recente discurso do presidente russo, Vladimir Putin, ante da Assembleia Federal, foram exibidos vários vídeos sobre as análises de novas armas russas, incluindo o míssil hipersônico do local aéreo Kinzhal.

Putin disse que o míssil pode evadir todos os sistemas de defesa antimísseis antiaéreos existentes e em desenvolvimento, podendo mover as ogivas nucleares ou não nucleares para distâncias de até 2.000 quilômetros.

  •  Sputnik Brasil.
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Google vai deixar de colaborar com Pentágono

Publicado

em

Foto: Pixabay

Google vai renunciar a uma colaboração em matéria de inteligência artificial com o Pentágono, um contrato que provocou uma grande agitação entre os funcionários da gigante tecnológica, foi anunciado na última sexta-feira (1º).

Um dirigente do grupo informou os empregados que o contrato com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos não será renovado assim que expirar no próximo ano, informam o jornal New York Times e o site Gizmodo, citados pela France-Press. Questionada pela agência de notícias francesa, a Google não se manifestou sobre o assunto.

Avaliado pela imprensa em menos de dez milhões de dólares ( cerca de R$ 37 milhões), o contrato – sobre o qual a Google se mantêm discreta – desencadeou nas últimas semanas a indignação de milhares de funcionários da empresa, que consideravam esta colaboração com os militares contrária aos valores da gigante tecnológica.

Em meados de maio, uma petição lançada em fevereiro para pedir a Google para ficar de fora “do comércio da guerra” foi assinada por mais de 4 mil funcionários. Ainda assim, uma dúzia deles teria ameaçado se demitir do trabalho.

“Exigimos que o projeto ‘Maven’ seja anulado e que a Google escreva, torne pública e implemente uma política clara dizendo que a Google ou as suas subcontratadas nunca vão desenvolver tecnologia de guerra”, refere a petição.

O projeto em causa se concentra em drones e no uso de inteligência artificial para ajudar aqueles aparelhos a distinguir melhor os seres humanos dos objetos. Organizações como a Electronic Frontier Foundation ou o Comitê Internacional para o Controlo de Armas Robôs consideraram que isso abre caminho para a eliminação de toda a intervenção humana nas missões dos drones.

Os militares dos Estados Unidos e de outros países usam drones, remotamente controlados por pessoas, para missões de reconhecimento, inteligência ou efetuar bombardeamentos, como por exemplo no Afeganistão. A Google, mas também a Microsoft ou a Amazon, estão a tentar alcançar um contrato com o Pentágono que pretende utilizar a computação em nuvem. Com informações da Lusa.

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