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Qual é o melhor momento para recarregar a bateria do celular?

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Entre os cuidados com a bateria do celular, saber a hora de carregar é um dos principais: é preciso deixar descarregar tudo? Tenho que esperar a carga chegar a 100% para desplugar o aparelho da tomada?

O professor de Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo (USP), as informações são de Décio Gazzoni dada ao site VIX.

Carregar bateria do celular: há melhor momento?

Quando a tela do celular aponta “bateria fraca”, bate um desespero. E, além de correr o risco de ficar sem comunicação, muita gente acredita que recarregar a bateria apenas nesse momento pode comprometer a vida útil do equipamento.

Afinal, qual é o melhor momento para carregar? Perto dos 100%, quando o celular mostra ‘bateria fraca” ou é preciso deixar o celular chegar a 0% para, então, recarregar?

“Em tese, não há diferença”, declara o professor Décio Gazzoni. “A única coisa é que o carregamento será mais rápido enquanto a bateria estiver na faixa de 0 a 70% de carga, aproximadamente, e diminuirá progressivamente de velocidade conforme ruma aos 100%”.

Isto significa que “dar uma carguinha” antes de sair de casa em uma bateria que já aponta de 70% a 90% de capacidade para chegar aos 100% pode demorar mais do que se a carga estivesse entre 40% e 60%, por exemplo.

Há um bom motivo para deixar a bateria acabar

Se você consegue lidar bem com o fato de sua bateria chegar a zero, essa prática tem até um ponto positivo, como explica o professor.

“Uma descarga completa periódica pode ser interessante para melhor estimar a carga (porcentagem) da bateria, embora na verdade não afete a saúde da bateria”.

Por que é bom?

Tudo se explica por esse detalhe: a vida útil da bateria é medida em “ciclos de carga” (quando ele vai de 100% a 0%).

Deixá-la descarregar completamente (e carregar 100% com frequência), ajuda a regular a indicação percentual que aparece na tela.

“Para garantir a melhor estimativa possível, é necessário que o aparelho conheça os limites da carga máxima (100%) e mínima (0%). Isso porque a bateria degrada com o tempo, então ela precisa descarregar completamente de vez em quando para atualizar a estimativa da carga mínima”.

Se isso não é feito, como afirma o professor, existe o risco de a bateria se tornar “mentirosa”: ela indica 10% de carga e, no minuto seguinte, desliga.

“Mas, note que essa prática não influencia diretamente na saúde da bateria, apenas ajuda a prevenir o usuário de ser pego de surpresa com o celular sem carga”.

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Anatel libera faixa de frequência para 4G em todas as capitais

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Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) liberou o uso da faixa de 700 mega-hertz (MHz) para a telefonia móvel em todas as capitais do país. Após o desligamento do sinal analógico de TV em todas as capitais, a faixa será destinada a ampliação do 4G.

De acordo com a Anatel, faltava apenas Florianópolis (SC), ser autorizada a usar essa fatia do espectro. No próximo dia 14, está previsto o desligamento do sinal analógico de TV nas regiões Norte e Centro-Oeste. Com esse desligamento, a faixa dos 700 MHz estará totalmente liberada para as transmissões de 4G.

“Esta faixa de frequência, que era utilizada pelos canais de TV, agora permite a transmissão de banda larga móvel, com maior velocidade, chegando a uma transmissão até três vezes maior do que a atual”, informou a agência reguladora.

Com isso, as operadoras já podem iniciar os testes de mitigação, em que se verifica a possibilidade de interferência na rede de outras operadoras ou na geração do sinal de TV.

Durante esse período, as operadoras vão realizar campanha de mitigação preventiva, na qual a população é informada sobre como agir em caso de interferência do sinal da banda larga móvel na TV aberta digital. Após o término deste processo, a Anatel autoriza que a banda larga móvel passe a funcionar na faixa de 700 MHz.

“O Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) já autorizou até agora o início da mitigação preventiva em 3.858 cidades, sendo que, dessas, 1.854 já finalizaram o processo e, portanto, já estão aptas a utilizar o licenciamento, o que beneficia mais de 60% da população brasileira”, disse a Anatel.

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