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Saúde

Problemas na tireoide podem mudar seu comportamento de 3 maneiras

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📷 Kateryna Kon/Shutterstock

Se você tem sentido alterações em seu metabolismo, fique atento, pode estar sofrendo de problemas na tireoide. Segundo estudos da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 60% da população sofrerá com nódulos na região em algum momento da vida. Além de mudanças no peso, a glândula também pode mudar até o coportamento, o que faz o seu tratamento ser de extrema importância.

Mudanças comportamentais causadas pela tireoide

Alterações de disposição

Sentir-se muito cansado ou disposto demais pode ser uma das mudanças causadas por problemas na tireoide. Enquanto o hipotireoidismo faz com que as pessoas se sintam sempre fadigadas e constantemente com vontade de dormir, o hipertireoidismo é o responsável por problemas de insônia e inquietação.

Mudança de humor

As alterações do hormônio produzido na glândula tireoide podem também influenciar no humor do paciente, assim como alteram sua disposição. Quem sofre com o hipotireoidismo está mais disposto a ficar deprimido, enquanto a irritabilidade é um dos sintomas do hipertireoidismo.

Depressão ou ansiedade

Em alguns casos, as mudanças de humor podem ir além e estar associadas a problemas emocionais mais sérios, como é o caso do surgimento da depressão e da ansiedade. Segundo alguns estudos, em tratamentos de depressão de pacientes com hipotireoidismo, a reposição hormonal pode ser mais eficiente do que o uso de antidepressivos.

Por sua vez, a ansiedade é um dos quadros de nível extremo de hipertireoidismo. Outra doença que pode ser consequência de problemas na tireoide é o transtorno bipolar.

É importante estar atento a esses possíveis sintomas por um motivo: é bastante comum que eles sejam tratados separadamente e que a doença primária seja deixada de lado. Por isso, ao sentir alterações em seu comportamento, cheque também como está a sua produção hormonal e faça um acompanhamento com seu médico.

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Saúde

Pará registra redução de 91,05% nos casos de dengue

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📷 Divulgação

O Pará registrou uma redução de 91,05% nos casos de dengue, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Informe Epidemiológico de 2018 sobre os casos registrados de dengue, zika e febre chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), nesta sexta-feira (20). Até o dia 31 de março foram contabilizados 318 casos de dengue, 769 de febre chikungunya e um caso de zika. No mesmo período de 2017 foram registrados 3.554 casos de dengue.

As maiores ocorrências de dengue estão nos municípios de Parauapebas (59), Mãe do Rio (32), Marapanim (22), Pau d’arco (19), Conceição do Araguaia (16). Os municípios com maior número de casos de chikungunya são Belém (310), Marituba (309), Ananindeua (54), Paragominas (27) e Benevides (20). O município com o caso confirmado de zika é Paragominas.

No período de abrangência do Informe Epidemiológico não houve registro de mortes no Estado em função dessas doenças. A Sespa continua pedindo às secretarias municipais de Saúde que informem, no período de 24 horas, a ocorrência de casos graves e mortes que podem ter sido causadas pelas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Para confirmar a causa da morte é necessária a investigação epidemiológica, com aplicação do Protocolo de Investigação de Óbito do Ministério da Saúde, que prevê exames específicos em laboratórios credenciados, como o Laboratório Central (Lacen) e o Instituto Evandro Chagas (IEC), preconizados pelo Programa Nacional de Controle da Dengue. O procedimento garante o correto encerramento de casos graves e óbitos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

Monitoramento – As ações de combate à dengue competem aos municípios, que devem cumprir metas. Entre os procedimentos essenciais estão vistorias domiciliares por agentes de controle de endemias. Paralelamente, a Sespa faz o monitoramento nos 144 municípios, que receberam o incentivo do Ministério da Saúde para vigilância, prevenção e controle da dengue, e orienta as prefeituras sobre o uso correto de inseticidas (larvicidas e adulticidas).

A Secretaria de Saúde Pública também promove visitas técnicas aos municípios para assessoramento das ações do programa de combate à dengue, além de apoiar a capacitação para o atendimento de casos de febre chikungunya e zika.

Quando há necessidade, a Sespa faz o controle vetorial, como bloqueio de transmissão viral nas localidades, e articula ações com órgãos municipais de saneamento e limpeza urbana, tendo em vista a melhoria da coleta e destinação adequada de resíduos sólidos. Também são realizadas ações educativas e de mobilização, para incentivar a participação da população no controle da dengue.

Sintomas – Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e provocam sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes. A dengue é a mais perigosa, devido aos quatro sorotipos diferentes do vírus, causando febre repentina, dores musculares, falta de ar e indisposição. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

A chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores podem permanecer por meses, e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras. Já a zika apresenta sintomas que se manifestam, no máximo, por sete dias.

A população também deve continuar combatendo possíveis criadouros do mosquito. Se houver dificuldade, as pessoas devem acionar os programas municipais de controle da dengue mantidos pelas prefeituras. As equipes de profissionais capacitados visitam as casas para inspecionar possíveis criadouros do mosquito, com o objetivo de eliminar os focos e orientar os moradores sobre prevenção e controle do Aedes aegypti.

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