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Mundo Surreal

Pela primeira vez, a “Múmia Gritando” será exposta no museu do Cairo (Egito)

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Foto: Divulgação/Ministério de Antiguidades do Egito

Um mistério relacionado a um episódio importante da História do Egito, a 1,1 mil anos antes de Cristo, intriga cientistas até hoje.

Trata-se da “Múmia Gritando”, que mexeu com o mundo da arqueologia ao ser descoberta. A múmia de boca aberta, que tinha uma expressão de agonia, como se estivesse gritando, destoa completamente dos demais processos de mumificação à época.

Uma teoria aponta que o mumificado tenha sido o príncipe Pentawere, filho de Ramsés III com Tiy, uma das suas esposas. Estudos apontam que Pentawere e Tiy conspiraram para tomar o trono no Egito. O faraó teria sido assassinado com um corte na garganta. O crime teria ligação com o filho e com a consorte.

Um julgamento condenou ambos à morte. Pentawere não foi mumificado da forma tradicional, mas feito em um “ritual impuro”, segundo os cientistas, o que indica que foi uma forma de punição por participar da conspiração.

O corpo foi coberto de pele de carneiro, uma ação que indica que a pessoa cometeu um ato doloso.

“No Egito antigo, cobrir um corpo com pele de carneiro significa que ele era impuro, que tinha feito algo ruim na vida”, comentou Zahi Hawass, do Conselho Superior de Antiguidades do Egito, segundo reportagem do “Sun”.

A mumificação “dolorosa” de Pentawere, ao contrário dos demais processos, foi feita para garantir que ele não tivesse uma vida em outro mundo, como acreditavam os egípcios.

Porém, destacou Hawass, há dois movimentos claros no caso.

“Por alguma razão, houve uma tentativa de garantir que ele não tivesse uma vida após a morte. Por outro lado, alguém cuidou dele, com a intenção de reverter isso”, comentou ele.

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Mundo Surreal

China pretende proibir shows de strippers em enterros

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Foto: Reprodução

Uma inusitada tradição nas províncias de Henan, Anhui, Jiangsu e Hebei pode estar com os dias contados. O Ministério da Cultura da China decidiu combater a apresentação de strippers em enterros no interior país.

Foto: Reprodução/Weibo

Famílias em zonas rurais do país mais populoso do mundo apelam a strippers a fim de aumentar o número de presentes no enterro de entes queridos. Funerais cheios ajudam o espírito do falecido, segundo a crença local. Mas o governo da China classifica as apresentações como atos de “decadência moral e cultural”.

Foto: Reprodução/Weibo

A população das províncias onde a prática se tornou popular está sendo incentivada, com prêmio em dinheiro, a denunciar velórios com dançarinas eróticas, consideradas “degradantes, obscenas e vulgares”. Há uma linha telefônica especial para as denúncias, contou o “Global Times”

Foto: AFP

Esta é a terceira vez – e a mais vigorosa – que o governo de Pequim decide combater a prática.

Strippers também costumam ser contratadas para shows em casamentos e eventos em templos na China.

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