Conecte-se conosco

Mundo Surreal

Pela primeira vez, a “Múmia Gritando” será exposta no museu do Cairo (Egito)

Publicado

em

Foto: Divulgação/Ministério de Antiguidades do Egito

Um mistério relacionado a um episódio importante da História do Egito, a 1,1 mil anos antes de Cristo, intriga cientistas até hoje.

Trata-se da “Múmia Gritando”, que mexeu com o mundo da arqueologia ao ser descoberta. A múmia de boca aberta, que tinha uma expressão de agonia, como se estivesse gritando, destoa completamente dos demais processos de mumificação à época.

Uma teoria aponta que o mumificado tenha sido o príncipe Pentawere, filho de Ramsés III com Tiy, uma das suas esposas. Estudos apontam que Pentawere e Tiy conspiraram para tomar o trono no Egito. O faraó teria sido assassinado com um corte na garganta. O crime teria ligação com o filho e com a consorte.

Um julgamento condenou ambos à morte. Pentawere não foi mumificado da forma tradicional, mas feito em um “ritual impuro”, segundo os cientistas, o que indica que foi uma forma de punição por participar da conspiração.

O corpo foi coberto de pele de carneiro, uma ação que indica que a pessoa cometeu um ato doloso.

“No Egito antigo, cobrir um corpo com pele de carneiro significa que ele era impuro, que tinha feito algo ruim na vida”, comentou Zahi Hawass, do Conselho Superior de Antiguidades do Egito, segundo reportagem do “Sun”.

A mumificação “dolorosa” de Pentawere, ao contrário dos demais processos, foi feita para garantir que ele não tivesse uma vida em outro mundo, como acreditavam os egípcios.

Porém, destacou Hawass, há dois movimentos claros no caso.

“Por alguma razão, houve uma tentativa de garantir que ele não tivesse uma vida após a morte. Por outro lado, alguém cuidou dele, com a intenção de reverter isso”, comentou ele.

As informações são do Page Not Found

Continue lendo
Publicidade
Comentários

Mundo Surreal

Homem leva foto da esposa morta todos os dias para ver o pôr do sol

Publicado

em

Foto: Reprodução/Facebook(Giorgio Moffa)

Todos os dias, Giuseppe Giordano, de 70 anos, acompanha o pôr do sol de Nápoles (Itália) com a esposa. Seria mais um ritual romântico a não ser por um detalhe. Ida está morta. O que acompanha o idoso no belo cenário é uma fotografia dela.

A história se perderia se não fosse por um observador. Giorgio Moffa, dono de uma pizzaria à beira-mar, testemunhou a cena e fez uma postagem no Facebook. O caso viralizou.

“Uns dias atrás, eu não conhecia essa pessoa esplêndida. Só sei que ele viveu um grande amor”, escreveu Giorgio.

Giuseppe vem diariamente à mesma praia onde ele e Ida passaram os primeiros anos do relacionamento.

O empresário decidiu investigar mais a fundo. Descobriu que Ida havia morrido sete anos atrás.

“Ele não consegue se ver sem ela e carrega o porta-retrato para todos os lugares. Ele o mantém perto, como se fosse a coisa mais preciosa”, explicou ele, em reportagem do “Metro”.

Giuseppe e Ida se conheceram em 1969. Ele tinha 16; ela, 17. Os pais de ambos foram contrários ao relacionamento, em grande parte pelo fato de Ida ter engravidado antes do casamento. Eles seguiram adiante, formaram uma família com dois filhos até que em 2011 o destino tratou de levar Ida.

“Quando o vi, sabia que ali havia uma grande história de amor. Homens como ele não existem mais”, declarou Giorgio. Com as informações do Page Not Found.

Continue lendo
Publicidade

Últimas

Publicidade

Mundo

Esportes

Destaques

© 2018 UNIVERSO NEWS