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Nasa vai lançar satélite em busca de exoplanetas habitáveis

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📷 Divulgação

Um satélite vai ser lançado nesta segunda-feira (16) e tem uma missão importante. O Tess vai passar por cerca de 200 mil estrelas localizadas mais próximas da Terra e procurar mundos com tamanhos que se comparem ao do nosso planeta, para que telescópios espaciais e em solo possam estudá-los em detalhe.

O fato do satélite estar concentrado em estrelas mais próximas do Sistema Solar é uma das novidades da missão realizada por um grupo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), reportagem da Folha de S. Paulo.

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O Tess, cujo nome veio de uma sigla inglesa que significa Satélite de Pesquisa de Exoplanetas em Trânsito, foi financiado inicialmente pela Google. Depois, em 2011, o projeto teve a benção da Nasa. Após o lançamento, o plano é que o Tess fique em missão por dois anos, em uma órbita especial, que nunca foi antes usada em missões espaciais.

“Esperamos achar pelo menos 50 exoplanetas do porte da Terra em estrelas próximas”, explica George Ricker, pesquisador do MIT e líder da missão.

O satélite do MIT tem um custo de US$ 200 milhões, somado a outros US$ 87 milhões do lançamento. Ele possui quatro câmeras que vão gravas faixas sucessivas do céu em ambos os hemisférios Norte e Sul.

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Google vai deixar de colaborar com Pentágono

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Foto: Pixabay

Google vai renunciar a uma colaboração em matéria de inteligência artificial com o Pentágono, um contrato que provocou uma grande agitação entre os funcionários da gigante tecnológica, foi anunciado na última sexta-feira (1º).

Um dirigente do grupo informou os empregados que o contrato com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos não será renovado assim que expirar no próximo ano, informam o jornal New York Times e o site Gizmodo, citados pela France-Press. Questionada pela agência de notícias francesa, a Google não se manifestou sobre o assunto.

Avaliado pela imprensa em menos de dez milhões de dólares ( cerca de R$ 37 milhões), o contrato – sobre o qual a Google se mantêm discreta – desencadeou nas últimas semanas a indignação de milhares de funcionários da empresa, que consideravam esta colaboração com os militares contrária aos valores da gigante tecnológica.

Em meados de maio, uma petição lançada em fevereiro para pedir a Google para ficar de fora “do comércio da guerra” foi assinada por mais de 4 mil funcionários. Ainda assim, uma dúzia deles teria ameaçado se demitir do trabalho.

“Exigimos que o projeto ‘Maven’ seja anulado e que a Google escreva, torne pública e implemente uma política clara dizendo que a Google ou as suas subcontratadas nunca vão desenvolver tecnologia de guerra”, refere a petição.

O projeto em causa se concentra em drones e no uso de inteligência artificial para ajudar aqueles aparelhos a distinguir melhor os seres humanos dos objetos. Organizações como a Electronic Frontier Foundation ou o Comitê Internacional para o Controlo de Armas Robôs consideraram que isso abre caminho para a eliminação de toda a intervenção humana nas missões dos drones.

Os militares dos Estados Unidos e de outros países usam drones, remotamente controlados por pessoas, para missões de reconhecimento, inteligência ou efetuar bombardeamentos, como por exemplo no Afeganistão. A Google, mas também a Microsoft ou a Amazon, estão a tentar alcançar um contrato com o Pentágono que pretende utilizar a computação em nuvem. Com informações da Lusa.

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