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Milionária, Gleici diz que não pensa em se mudar de casa no Acre

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em

📷 Divulgação/Globo

Vencedora da 18° edição do Big Brother Brasil, Gleici vai usar parte do prêmio para melhorar a casa em que mora com a família no Acre, de onde não pretende se mudar. “É a minha história”, disse a jornalistas após o final do reality.

A acreana afirma que, depois de dar conforto para a família, quer viajar. Assim que saiu do confinamento e chegou ao palco do programa, Gleici foi abraçada pela família, colegas e também por Wagner, seu affair dentro da casa. Ele a presenteou com uma rosa amarela com o propósito de lhe pedir em namoro, mas a euforia de Gleici era tanta que ela não deu muita atenção ao artista visual.

“Foi sem querer, mas eu amei. Eu gosto muito do Wagner. Ele é muito fofinho, fez a tatuagem. Como não vou gostar dele?”, disse a estudante à imprensa.

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Quando voltou do quarto escondido na casa, após o paredão falso, a vencedora do BBB estava segurando a flor amarela que se tornou símbolo da relação entre os dois. Wagner então lhe prometeu tatuar a rosa.

Assim que o casal “Gleigner” se formou, parte do público chegou a cogitar que o artista estava querendo se aproveitar da popularidade da estudante. No entanto, Gleici afirma que não teve esta percepção do relacionamento. “Eu estava afim de ficar com ele, gostei e fiquei. Eu nunca duvidei do que ele sentia. Nunca pensei que ele estivesse se aproveitando.”

Em relação aos desentendimentos que teve na casa, especialmente com Patrícia, a acriana afirma que não está mais chateada. “Não trago mágoa nenhuma. Estou com um milhão né?”, disse, rindo.

Sobre a experiência pessoal de ficar confinada por três meses, sendo vigiada 24 horas por dia, ela fala que cresceu bastante.

“Abri meus olhos para muitas coisas em relação à vida. Por exemplo: eu ficava de boa no ‘tá com nada’ e tinha gente que não ficava. E as pessoas não são obrigadas mesmo.”

Levar o prêmio do BBB não foi algo que passou pela cabeça de Gleici, mas ela diz que com o tempo percebeu que era uma boa competidora.

“Toda vez que eu voltava de um paredão eu me sentia fortalecida. Fui com pessoas extraordinárias.”

MUITO CHIQUE

Kaysar, que ficou com o segundo lugar na disputa, afirmou que Gleici mereceu vencer o prêmio.

Enquanto a milionária se divertia com amigos e familiares no palco, o sírio foi chamado pelo apresentador Thiago Leifert para receber uma notícia especial: a ONU (Organização das Nações Unidas) tentará trazer a família dele para o Brasil.

“Acredito que vou conseguir ajudá-los, se Deus quiser. Tenho fé. […] Não estou ainda acreditando na notícia da ONU. Ainda não sei lidar direito. É tudo muito chique”, disse, durante entrevista nos bastidores do programa.

FAMÍLIA LIMA

Há 15 anos tentando entrar no BBB, Ayrton sente-se realizado com a conquista do terceiro lugar. Ele disse que o confinamento fez com que descobrisse um amor maior pela família e pela esposa, Eva, que chegou a participar do início do reality. Ela, por sua vez, falou que descobriu em Ayrton um homem mais sensível quando o viu pela televisão.

Ana Clara, que em determinados momentos do BBB se incomodou com a presença do pai, disse que o saldo da experiência foi positivo. Enquanto o pai admitiu que era difícil lidar com a filha durante as festas, a jovem afirmou que precisava ser ela mesma.

“Eu pensava: estou aqui pelo meu pai. Ele me colocou aqui. Mas se eu não for eu, não tem sentido, porque ninguém está no BBB para ser fantoche. Eu sei que eu irritei ele às vezes, mas cheguei à conclusão de que eu viraria uma múmia se não fizesse o que tinha que fazer.”

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A cantora Pepê, da dupla Pepê e Neném, disse ‘Sou virgem até hoje, nunca tive um homem’

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em

Foto: Leco Viana

cantora Pepê, 43, da dupla Pepê e Neném, disse ser “virgem de homem”. Elas falaram sobre sexualidade durante o programa Superpop, da Rede TV!, na noite desta quarta (8).

“Podem julgar. Eu tenho 43 anos e sou virgem até hoje. Nunca tive um homem porque não quero, não é o que eu gosto”, disse neném, acrescentando que desde os onze anos tinha consciência de suas preferências sexuais.

Neném acrescentou que, para a irmã, foi mais difícil aceitar a homossexualidade. “Eu sempre fui mais tímida, achando que as pessoas fossem criticar a gente. Por ela, eu já teria falado a muito tempo”, completou Pepê.

As irmãs ficaram conhecidas no começo dos anos 2000, com o lançamento dos hits “Mania de Você” e “Nada me Faz Esquecer”. Elas assumiram a homossexualidade publicamente durante uma entrevista ao programa De Frente com Gabi (SBT), em 2012.

Nos últimos meses, viraram assunto por publicarem um vídeo apoiando o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Elas contam que, antes de falar abertamente sobre sua sexualidade, eram constantemente questionadas sobre os “namoradinhos”. “A gente ficava sem graça, até gaguejava. Eu me sentia mal, me sentia muito mal”, disse Neném.

Pepê e Neném disseram também ter sofrido preconceito na época e acreditam que as pessoas estejam com a “cabeça mais aberta” nos dias de hoje. Elas relataram que tiveram um show cancelado após se revelarem lésbicas.

“Estava tudo combinado para o show. (…) Fomos ao programa, faltando dez dias para a apresentação, o contratante nos ligou e disse: ‘Nossa, não sabia que vocês eram gays. Não quero mais.'”

Depois de 2012, a dupla passou a usar roupas masculinas. Questionadas pela apresentadora Luciana Gimenez sobre a mudança para o visual “menininha” nos últimos meses, elas disseram se tratar de uma questão de gosto e escolha.

“Tem mulheres que são lésbicas e gostam de se vestir como homem. No começo a gente se vestia assim. Mas roupa não diz nada, o que importa é o caráter, o que cada um é”, disse Neném. “Agora a gente está mais luz. Todo mundo comenta que estamos muito bonitas. Gostei muito desse visual”, completou Pepê.

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