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Líbano quer impedir construção de muro por Israel

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Foto: Reuters

Conselho Superior de Defesa do Líbano prometeu que tentará impedir a construção de um muro na fronteira com Israel.

Para os libaneses, a obra afetaria as relações na região, que é próxima às águas do Mediterrâneo, ricas em gás e petróleo. Já Israel afirma que o muro ocupará somente uma área que pertence a seu território.

A zona em questão fica na “Linha Azul”, local que a Organização das Nações Unidas (ONU) demarcou como fronteira entre os países, após a retirada dos militares israelenses do Líbano, em maio de 2000.

Desde então, a situação na região encontra-se estável, com exceção de um confronto em 2006, quando Israel entrou em guerra com o Hezbollah – movimento xiita armado libanês.

O conflito durou aproximadamente um mês e deixou mais de mil civis libaneses mortos, além de 160 israelenses. Em 2017, a tensão tomou conta da região novamente, quando foram descobertas fontes de petróleo na costa de Beirute, capital do Líbano.

Com informações da ANSA.

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Anistia Internacional condena uso de força contra caminhoneiros

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Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Em nota, a Anistia Internacional afirmou na noite desta sexta-feira (25) que a “autorização e convocação do uso das Forças Armadas para desocupar as rodovias obstruídas por caminhoneiros em greve é extremamente preocupante”.

“O papel das Forças Armadas não é atuar em protestos, manifestações e greves. A liberdade de expressão e manifestação são um direito humano”, diz a nota.

Leia também: Líder dos caminhoneiros desafia governo: ‘Vai correr sangue’

De acordo com o órgão, o uso de Forças Armadas pode levar a uma escalda da violência e “um passo inadmissível no caminho da militarização da gestão das políticas públicas”, afirma Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil.

O presidente Michel Temer fez um pronunciamento na manhã desta sexta no qual anunciou o plano de segurança para liberar as estradas.

Temer disse que vai usar as forças federais e pediu que os governadores façam o mesmo. Segundo o presidente, uma minoria radical está impedindo “que muitos caminhoneiros levem adiante seu desejo de atender a população e fazer seu trabalho”.

No fim da tarde, o ministro do STF (Supremo Superior Federal) Alexandre Moraes autorizou o uso da força para desbloquear rodovias.

O governo também editou um decreto que autoriza homens das Forças Armadas a conduzir os caminhões para garantir abastecimento da população, conforme anunciaram os ministros Eliseu Padilha e Raul Jungmann, em entrevista coletiva à imprensa.

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