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Mundo Surreal

Homem viveu 40 anos isolado na selva achando que a Guerra do Vietnã não tinha acabado

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Um vietnamita de 44 anos revelou como viveu em uma selva isolado do mundo por 40 anos acreditando que a Guerra do Vietnã não tinha acabado.

Ao lado do pai, que chegou a combater tropas americanas, Ho Van Lang fugiu do pequeno vilarejo em que vivia, em 1971, e se refugiou em uma região de selva bastante fechada na província de Quang Ngai, que era uma fortaleza dos viet congs (soldados vietnamitas do Norte comunista que combatiam as forças americanas, que apoiavam o Sul, capitalista).

Ho sobreviveu comendo roedores que costumava capturar na mata. Ele se tornou uma espécie de Tarzã da vida real: morava em árvores e usava roupas feitas com a vegetação. Além disso, Ho e o pai faziam utensílios de sobrevivência com restos de bombas. Eles também tinha uma pequena horta e plantavam tabaco.

Ho foi achado por um irmão em 1983, mas se recusou a deixar a selva e a acreditar que a guerra havia terminado.

Em 2013, Ho e o pai, de 85 anos, foram achados e retirados da selva por autoridades locais, sendo forçados a viver na “civilização”. Hoje eles moram em uma casa “normal”. A adaptação ainda é difícil.

A Guerra do Vietnã durou de novembro de 1955 a abril de 1975, terminando com a derrota dos EUA.

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Mundo Surreal

China pretende proibir shows de strippers em enterros

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Foto: Reprodução

Uma inusitada tradição nas províncias de Henan, Anhui, Jiangsu e Hebei pode estar com os dias contados. O Ministério da Cultura da China decidiu combater a apresentação de strippers em enterros no interior país.

Foto: Reprodução/Weibo

Famílias em zonas rurais do país mais populoso do mundo apelam a strippers a fim de aumentar o número de presentes no enterro de entes queridos. Funerais cheios ajudam o espírito do falecido, segundo a crença local. Mas o governo da China classifica as apresentações como atos de “decadência moral e cultural”.

Foto: Reprodução/Weibo

A população das províncias onde a prática se tornou popular está sendo incentivada, com prêmio em dinheiro, a denunciar velórios com dançarinas eróticas, consideradas “degradantes, obscenas e vulgares”. Há uma linha telefônica especial para as denúncias, contou o “Global Times”

Foto: AFP

Esta é a terceira vez – e a mais vigorosa – que o governo de Pequim decide combater a prática.

Strippers também costumam ser contratadas para shows em casamentos e eventos em templos na China.

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