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Facebook testa função para usuários ver vídeos sem consumir dados móveis

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Facebook está testando uma nova função para seguir potencializando o conteúdo em vídeo, porém, sem prejudicar a dinâmica dos usuários.

Tal como informam em TC, está testando uma característica denominada Instant Videos, que aproveita quando o móvel está conectado ao WIFI, para baixar e armazenar os vídeos em cache. Podemos ver um exemplo na imagem compartilhada por Matt Navarra:

Dessa forma, o usuário poderá ver os vídeos em qualquer momento, sem importar se dispõe, ou não, do wifi, e sem que prejudicar seu plano de dados. Uma estratégia interessante para os usuários consumirem mais conteúdo de vídeos desde o dispositivo móvel, já que não estarão pendentes de seus dados.

Facebook não revelou muitos detalhes a respeito, já que, no momento, só é um teste experimental, com um grupo reduzido de usuários de Android. Por isso, não sabemos que critérios o Facebook utilizará para escolher os vídeos que se encaixariam nesta função, poderiam ser, por exemplo, os que fazem parte do Feed de notícias.

Como sempre acontece, só depois de avaliar como funcionou a dinâmica durante o teste, só então, o Facebook vai decidir se a estenderá a todos os usuários.

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Google vai deixar de colaborar com Pentágono

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Foto: Pixabay

Google vai renunciar a uma colaboração em matéria de inteligência artificial com o Pentágono, um contrato que provocou uma grande agitação entre os funcionários da gigante tecnológica, foi anunciado na última sexta-feira (1º).

Um dirigente do grupo informou os empregados que o contrato com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos não será renovado assim que expirar no próximo ano, informam o jornal New York Times e o site Gizmodo, citados pela France-Press. Questionada pela agência de notícias francesa, a Google não se manifestou sobre o assunto.

Avaliado pela imprensa em menos de dez milhões de dólares ( cerca de R$ 37 milhões), o contrato – sobre o qual a Google se mantêm discreta – desencadeou nas últimas semanas a indignação de milhares de funcionários da empresa, que consideravam esta colaboração com os militares contrária aos valores da gigante tecnológica.

Em meados de maio, uma petição lançada em fevereiro para pedir a Google para ficar de fora “do comércio da guerra” foi assinada por mais de 4 mil funcionários. Ainda assim, uma dúzia deles teria ameaçado se demitir do trabalho.

“Exigimos que o projeto ‘Maven’ seja anulado e que a Google escreva, torne pública e implemente uma política clara dizendo que a Google ou as suas subcontratadas nunca vão desenvolver tecnologia de guerra”, refere a petição.

O projeto em causa se concentra em drones e no uso de inteligência artificial para ajudar aqueles aparelhos a distinguir melhor os seres humanos dos objetos. Organizações como a Electronic Frontier Foundation ou o Comitê Internacional para o Controlo de Armas Robôs consideraram que isso abre caminho para a eliminação de toda a intervenção humana nas missões dos drones.

Os militares dos Estados Unidos e de outros países usam drones, remotamente controlados por pessoas, para missões de reconhecimento, inteligência ou efetuar bombardeamentos, como por exemplo no Afeganistão. A Google, mas também a Microsoft ou a Amazon, estão a tentar alcançar um contrato com o Pentágono que pretende utilizar a computação em nuvem. Com informações da Lusa.

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