Conecte-se conosco

Filmes

Disney fará filme de Kim Possible com atores reais

Publicado

em

Foto: Divulgação / Disney Channel

Uma das animações mais populares dos anos 2000 está prestes a chegar aos cinemas – e com atores de verdade! O perfil oficial da Disney Channel no Twitter acaba de anunciar a produção do filme em live-action de “Kim Possible”, ressuscitando uma das heroínas mais famosas da Disney.

Segundo o site TVLine, o longa terá roteiro escrito pela dupla Mark McCorkle e Robert Schooley, responsáveis pela criação do desenho original, além de Josh Cagan, de “The Duff”. A busca pelos atores que darão vida a Kim, Ron Stoppable e os demais personagens do desenho já começou – e a nossa ansiedade pelo estreia também: aqui estão quatro razões pelas quais já esperamos pelo filme:

Filme de Kim Possible: motivos para ver

Já se passaram mais de 10 anos desde que o último episódio de “Kim Possible” foi ao ar em 2007. Estava mais do que na hora de a Disney reviver a história da adolescente mais destemida dos desenhos e uma versão com atores reais é o jeito perfeito de recontar a história para a nova geração.

Música tema

“Chama, liga, que eu sou tua amiga. Quando precisar é só dizer”. Quem não lembra da música tema (e chiclete) de Kim Possible? Ela era uma das características mais marcantes da animação e tê-la de volta no filme seria simplesmente incrível.

Retorno do trio Kim, Ron e Rufus

Eles eram inseparáveis, aventureiros e super divertidos. Acompanhar as missões secretas de Kim Possible, Ron Stoppable e Rufus na luta contra os planos malignos de Dr. Drakken e Shego era viciante, porque, no final das contas, eles eram apenas adolescentes e se divertiam muito com isso.

Dramas reais da vida no ensino médio

Pode parecer estranho que um desenho sobre adolescentes que realizam missões para salvar o mundo retrate com realismo a vida na escola. Mas, sim, esse é o grande diferencial do desenho. Na história, as personagens não vivem clichês como infinitas desilusões amorosas ou uma disputa pelo papel principal no musical do colégio.

Elas lidam com colegas de classe preguiçosos que não ajudam nas tarefas, brigas entre melhores amigos, aprendem a lidar com as mudanças e desafios da puberdade e, principalmente, a aceitar seus defeitos e limitações. Questões essas que sempre estiveram presentes nos episódios de “Kim Possible”.

Filmes

“Megatubarão” e o desejo de arrasar nas bilheterias

Publicado

em

Por

Foto: Reprodução

Desde que Steven Spielberg deixou uma geração em pânico antes de entrar no mar com “Tubarão”, poucos filmes sobre esta espécie tiveram êxito.

As sequências do sucesso de bilheteria de 1975 transformaram o gênero em um acúmulo de filmes de monstros, desde a série “Sharknado” até “Perigo no Oceano” ou “Águas Perigosas”.

“Megatubarão”, que estreia no dia 9 de agosto no Brasil com o objetivo de mudar o panorama, apresenta um megalodonte de dois milhões de anos, cinco vezes maior que um tubarão branco.

“Quando você é uma criança, acredita que existe um monstro embaixo da cama ou dentro do armário. E estes monstros nos aterrorizam, aparecem em nosso piores pesadelos”, afirmou à AFP um dos protagonistas do filme, Rainn Wilson.

“Eles estão em nossas sombras junguianas. A humanidade está em um momento sombrio atualmente e eu acho que os filmes de monstros e os filmes de monstros pós-apocalípticos refletem isso”, completou.

Baseado no best-seller “Meg” de Steve Alten, o longa-metragem dirigido por Jon Turteltaub conta ainda com o astro dos filmes de ação Jason Statham e a chinesa Li Bingbing no elenco.

“Megatubarão” começa com o ataque de uma criatura gigantesca no fundo do Oceano Pacífico contra a estação de um programa internacional de observação submarina.

O ex-socorrista Jonas Taylor (Statham), aposentado, é convocado por um oceanógrafo, Dr. Zhang (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li), que acredita ter condições de liderar a operação.

Mas salvar a tripulação do magalodonte de 23 metros exigirá muito esforço.

Wilson recordou quando assistiu “Tubarão” pela primeira vez, aos 12 anos.

“Eu nunca tinha visto um filme como este antes. Eu me lembro que realmente causou uma impressão indelével”.

“As imagens eram tão bonitas e viscerais e era absolutamente aterrorizante”, completou.

Mas o então adolescente não ficou sabendo na época das dificuldades de Spielberg com seu modelo de tubarão – chamado de Bruce por seu contador – para que funcionasse na água salgada.

A criatura de “Megatubarão” foi criada por computador, com base em uma grande pesquisa sobre a aparência do animal.

O japonês Masi Oka, que interpreta um dos tripulantes presos, já trabalhou na área de efeitos visuais – prequências de “Star Wars”, “Missão: Marte”, “Exterminador do Futuro 3”, entre outros. Ele afirma que a tecnologia avançou de maneira impressionante.

Como outras grandes produções recentes (“A Grande Muralha”, “Velozes e Furiosos 7”, “Aranha-Céu: Coragem Sem Limites”), “Megatubarão” recebeu boa parte de seu financiamento da China.

E boa parte do filme acontece neste país, na ilha chinesa de Hainan. Mas também teve cenas filmadas na Nova Zelândia. O golfo de Hauraki se tornou o Pacífico no longa-metragem e várias tomadas foram feitas em tanques de Auckland.

“A China é um lugar maravilhoso, vibrante, colorido e brilhante. É um paraíso para um filme sobre um tubarão gigante”, afirmou o diretor John Turteltaub.

Continue lendo
Ad

Facebook

Brasil

Ad

Mundo

Mais Vistas