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Pará

Detran realiza leilão de veículos na Grande Belém e em Santarém

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📷 Detran

No terceiro leilão do ano, o Departamento de Trânsito do Estado (Detran) vai disponibilizar ao público lotes de veículos nas categorias Conservados, Sucatas Aproveitáveis e Sucatas Aproveitáveis com Motor Inservível, na Região Metropolitana de Belém e Santarém, no Baixo Amazonas.

Na região metropolitana o leilão será realizado nos dias 19 e 20 de abril, sendo que o primeiro dia é exclusivo para pessoas físicas, o público comum que geralmente arremata um único veículo. O segundo dia (20) é reservado para empresas e pessoas jurídicas, que, nas modalidades presencial ou online, costumam arrematar diversos lotes, inclusive as sucatas.

Tanto as empresas quanto particulares poderão visitar e avaliar as condições dos lotes disponíveis durante o período de visitação, que em Belém será nos dias 12, 13, 16, 17 e 18 de abril, de 9h às17 horas, no pátio da VIP leilões, localizado no km 01 da Alça Viária, em Marituba, mesmo local do pregão. Este leilão vai disponibilizar 512 veículos entre carros e motos.

Santarém

Em Santarém, o leilão vai ocorrer nos dias 25 e 26 de abril, no auditório do Barrudada Tropical Hotel, na Avenida Mendonça Furtado, 4120, bairro Liberdade. Serão leiloados 889 veículos, entre carros e motos, nas categorias citadas.

O período de visitação constante no edital será nos dias 19, 20, 23 e 24 de abril, de 9h às 17 horas, no Pátio da VIP leilões, localizado na Rua Santana, 474, entre as Ruas Maracangalha e 24 de Outubro, bairro Sale.

Assim como na região metropolitana, o primeiro dia (25) será reservado às pessoas físicas e o segundo (26) às empresas e pessoas jurídicas que estiverem presentes ao pregão ou fizerem o lance on line.

Mesmo com o grande numero de veículos envolvidos nos dois pregões, o presidente da comissão de leilão do Detran, Antônio Moura, acredita em um evento tranquilo. “Tanto nós do Detran como a empresa leiloeira temos anos de experiência e os problemas que por acaso surgirem serão solucionados com rapidez”, confirma. Somente veículos retidos a mais de 60 dias, sem qualquer impedimento judicial, podem ir a leilão. Veículos de outros Estados também não estão disponíveis.

Pará

Governo estuda medidas para garantir que recursos da Ferrovia Carajás fiquem no Pará

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Foto: Agência Pará

O Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) lamenta e está tomando medidas contra a decisão do Governo Federal de transferir para outros entes, compensações para a renovação da concessão da ferrovia de Carajás, da Vale, localizada em boa parte, em solo paraense e que transporta as riquezas minerais de nosso Estado sem a devida contrapartida.

Assim que o Governo do Pará tomou conhecimento do assunto, acionou a bancada federal paraense para que se mobilizasse em Brasília e já acionou a Procuradoria Geral do Estado para que verifique através de estudo quais medidas jurídicas podem ser tomadas com urgência para garantir seu direito legítimo junto ao Governo Federal.

O Governo do Pará reitera que tem compromisso com o federalismo, mas exige que a compensação pelo uso de suas riquezas beneficie também o desenvolvimento do Pará e não apenas o de outras regiões. Portanto, ao invés de aplicar recursos em outros empreendimentos que em nada podem contribuir com o desenvolvimento do nosso Estado, a compensação pode ser utilizada diretamente no projeto da Ferrovia Paraense.

A proposta, defendida pelo Governo do Pará, já foi tema de audiências públicas, viagens nacionais e internacionais, além de expedientes e audiências com o Governo Federal. O esforço já rendeu a garantia de carga, despertou o interesse de grandes investidores e se tornou o projeto que pode representar a oitava maior ferrovia do mundo na atualidade, segundo estudos de mercado da SCI Verkehr GmbH, reputada empresa de consultoria em logística, com sede na Alemanha.

A Sedeme defende a importância da Ferrovia Paraense para o sistema logístico nacional, com reflexo, inclusive, na diminuição do Custo Brasil, já que vai encurtar distâncias e reduzir gastos com transporte de cargas, a partir da conexão com a Ferrovia Norte-Sul, em vias de ser retomada pelo Governo Federal. Essa sim é uma opção viável, sólida e concreta de garantir que a compensação seja feita em solo paraense e não em outras regiões, deixando aqui apenas os impactos ambientais e socioeconômicos dos grandes projetos, o que não mais aceitaremos, conforme determina a Lei de Socioeconomia.

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