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Defesa de Temer estuda responsabilizar coronel Lima por suposta propina

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Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

A defesa do presidente Michel Temer pode adotar nova estratégia com a avança das investigação do Inquérito dos Portos. De acordo com a Coluna do Estadão, a defesa do emedebista deve passar a responsabilizar unicamente o coronel João Baptista Lima Filho por receber suposta propina de companhias do setor portuário.

Amigo de Temer desde a década de 1980, Lima é apontado como auxiliar na arrecadação de propina que seria destinada ao presidente pelo Ministério Público Federal. Porém, os advogados do emedebista devem tentar reforçar a tese de que amigos podem trabalhar juntos, mas não são necessariamente responsáveis pelos atos uns dos outros.

A filha de Temer, Maristela, já admitiu em depoimento às autoridades ter recebido ajuda de Lima para reformar sua casa. O obra seria uma forma de ocultar os recursos indevidos. O delegado Cleyber Malta, responsável pelo caso deve usar no caso depoimento de delator Lúcio Funaro, além de informações já levantadas pela Polícia Federal. Com informações do Notícia ao Minuto.

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PGR diz que Moro conduz processo contra Lula com imparcialidade

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Foto: Rafael Marchante/Reuters

PGR (Procuradoria-Geral da República) enviou parecer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) se manifestando contra o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o juiz federal Sergio Moro seja considerado suspeito para julgar a ação penal relacionada ao sítio da Atibaia. Para a PGR, o juiz tem sido imparcial em todo o processo. As informações são da Agência Brasil.

No parecer, a PGR afirmou que todas as teses de nulidade apresentadas pela defesa do ex-presidente já foram julgadas improcedentes pelas instâncias inferiores da Justiça e mostram mero inconformismo com as decisões de Moro. “Assim, inviável a declaração de nulidade de todos os atos praticados no curso da ação penal processada e julgada pelo Juízo Criminal Federal de Curitiba, que se manteve imparcial durante toda a marcha processual”, afirmou a Procuradoria.

Na ação penal, que é presidida por Moro, na 13ª Vara Federal em Curitiba, Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber como vantagens indevidas reformas realizadas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), frequentado pela família do ex-presidente.

No laudo elaborado pela Polícia Federal, em 2016, sobre o sítio de Atibaia, os peritos citam as obras que foram realizadas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil. A estimativa é de que tenha sido gasto um valor de cerca de R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) e a reforma (R$ 544,8 mil).

A defesa de Lula sustenta que o ex-presidente não é proprietário do sítio.

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