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Política

Cotado para vice de Lula, Celso Amorim desiste de disputa no RJ

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Foto: Agência Brasil

Anunciado pelo PT como potencial candidato ao governo do Rio de Janeiro, o ex-ministro Celso Amorim não mais concorrerá ao Palácio Guanabara.

O PT deverá lançar a professora e escritora Márcia Tiburi para a disputa.

A troca acontece em um momento em que o partido pretende lançar um nome para vice em sua chapa à Presidência da República.

Amorim é cotado para esta posição na chapa encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba.

A ideia é lançar seu nome agora para que viaje pelo país em nome do ex-presidente, de quem é amigo.

Em agosto, seu nome poderia ser substituído, indicado para vice de Ciro Gomes (PDT) ou até mesmo lançado como cabeça de chapa, caso Lula seja mesmo impedido de concorrer.

Em março, sob ameaça de inviabilização também de uma eventual candidatura do ex-governador Jaques Wagner à Presidência, o PT reavivou o debate de seu “plano C” com o nome do ex-ministro. Após operação de busca e apreensão na casa de Wagner, em Salvador, petistas passaram a discutir a hipótese de lançamento de Amorim.

Amigo de Lula, Amorim foi ministro da Defesa e das Relações Exteriores. E, atualmente, atua como um dos principais articuladores do movimento em defesa da candidatura do ex-presidente. Seu nome tem passado incólume pelas denúncias que atingem o PT. Outro nome cogitado para substituir o de Lula é o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.

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Política

Meirelles diz: Bolsonaro é extremamente prejudicial para a economia

Publicado

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Foto: Reuters

candidato do MDB à Presidência, Henrique Meirelles, voltou a atacar o concorrente do PSL, Jair Bolsonaro, e as propostas dele na economia.

“O Bolsonaro é extremamente prejudicial à economia”, disse, em referência à proposta sobre uma espécie de nova CPMF, feita pelo economista Paulo Guedes, coordenador do programa econômico do presidenciável do PSL.

No debate, em uma pergunta com a candidata Marina Silva (Rede), Meirelles já havia criticado a proposta da volta da CPMF.

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