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Carrie Fisher fará aparição póstuma em último ‘Star Wars’

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Foto: AFP/Arquivos / LEON NEAL

“Star Wars: Episode IX” começa a ser rodado na semana que vem, informou a Disney nesta sexta-feira (27), em um anúncio surpreendente no qual revelou-se que o novo filme contará com uma aparição póstuma de Carrie Fisher.

O episódio final da saga Skywalker – iniciada em 1977 com “Episódio IV: uma Nova Esperança” – tem lançamento mundial previsto para dezembro do ano que vem.

A trama começa depois que o protagonista, Luke Skywalker, interpretado por Mark Hammill, parece ter sido morto no episódio anterior. A princesa Leia, papel de Carrie Fisher, ainda estava viva no final de “O Último Jedi”, de 2017, mas a atriz morreu um ano depois, em dezembro de 2016.

“Nós amamos profundamente Carrie Fisher”, disse J.J. Abrams, que estará de volta ao comando para o “Episódio IX”, após dirigir o “Episódio VII: o Despertar da Força”, em 2015.

“Encontrar uma conclusão realmente satisfatória para a saga Skywalker sem ela era impensável para nós. Nós nunca faríamos uma nova escalação ou usar um personagem de computação gráfica”, acrescentou em um comunicado.

A Disney explicou que a personagem de Fisher será composta de filmagens anteriores não utilizadas de “O Despertar da Força”, com as bênçãos de sua filha, Billie Lourd.

Não é a primeira vez que a imagem de Fisher aparece em um filme de “Star Wars”, apesar de sua ausência das filmagens.

“Rogue One”, um ‘spin-off’ da série principal de 2016, dirigido por Gareth Edwards, esteve em cartaz por duas semanas, quando o falecimento da atriz, vítima de um ataque cardíaco, foi anunciado.

Uma versão muito mais jovem de Fisher no papel de Leia aparece no filme, graças ao controverso uso da tecnologia para animar sua imagem.

O elenco que atuará neste episódio final inclui Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran e Joonas Suotamo.

Naomi Ackie e Richard E. Grant estão entre as novas faces da saga, enquanto os veteranos Anthony Daniels e Billy Dee Williams retornarão como C-3PO e Lando Calrissian.

O compositor John Williams, que musicou cada episódio da saga “Star Wars”, manterá o tom da corrida contínua pela próxima aventura.

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“Megatubarão” e o desejo de arrasar nas bilheterias

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Foto: Reprodução

Desde que Steven Spielberg deixou uma geração em pânico antes de entrar no mar com “Tubarão”, poucos filmes sobre esta espécie tiveram êxito.

As sequências do sucesso de bilheteria de 1975 transformaram o gênero em um acúmulo de filmes de monstros, desde a série “Sharknado” até “Perigo no Oceano” ou “Águas Perigosas”.

“Megatubarão”, que estreia no dia 9 de agosto no Brasil com o objetivo de mudar o panorama, apresenta um megalodonte de dois milhões de anos, cinco vezes maior que um tubarão branco.

“Quando você é uma criança, acredita que existe um monstro embaixo da cama ou dentro do armário. E estes monstros nos aterrorizam, aparecem em nosso piores pesadelos”, afirmou à AFP um dos protagonistas do filme, Rainn Wilson.

“Eles estão em nossas sombras junguianas. A humanidade está em um momento sombrio atualmente e eu acho que os filmes de monstros e os filmes de monstros pós-apocalípticos refletem isso”, completou.

Baseado no best-seller “Meg” de Steve Alten, o longa-metragem dirigido por Jon Turteltaub conta ainda com o astro dos filmes de ação Jason Statham e a chinesa Li Bingbing no elenco.

“Megatubarão” começa com o ataque de uma criatura gigantesca no fundo do Oceano Pacífico contra a estação de um programa internacional de observação submarina.

O ex-socorrista Jonas Taylor (Statham), aposentado, é convocado por um oceanógrafo, Dr. Zhang (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li), que acredita ter condições de liderar a operação.

Mas salvar a tripulação do magalodonte de 23 metros exigirá muito esforço.

Wilson recordou quando assistiu “Tubarão” pela primeira vez, aos 12 anos.

“Eu nunca tinha visto um filme como este antes. Eu me lembro que realmente causou uma impressão indelével”.

“As imagens eram tão bonitas e viscerais e era absolutamente aterrorizante”, completou.

Mas o então adolescente não ficou sabendo na época das dificuldades de Spielberg com seu modelo de tubarão – chamado de Bruce por seu contador – para que funcionasse na água salgada.

A criatura de “Megatubarão” foi criada por computador, com base em uma grande pesquisa sobre a aparência do animal.

O japonês Masi Oka, que interpreta um dos tripulantes presos, já trabalhou na área de efeitos visuais – prequências de “Star Wars”, “Missão: Marte”, “Exterminador do Futuro 3”, entre outros. Ele afirma que a tecnologia avançou de maneira impressionante.

Como outras grandes produções recentes (“A Grande Muralha”, “Velozes e Furiosos 7”, “Aranha-Céu: Coragem Sem Limites”), “Megatubarão” recebeu boa parte de seu financiamento da China.

E boa parte do filme acontece neste país, na ilha chinesa de Hainan. Mas também teve cenas filmadas na Nova Zelândia. O golfo de Hauraki se tornou o Pacífico no longa-metragem e várias tomadas foram feitas em tanques de Auckland.

“A China é um lugar maravilhoso, vibrante, colorido e brilhante. É um paraíso para um filme sobre um tubarão gigante”, afirmou o diretor John Turteltaub.

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