conecte-se conosco

Cinema e Séries

“Call the Midwife” é a série que ninguém fala e você precisa ver na Netflix

Publicado

em

Foto: IMDB

A série “Call the Midwife” está conquistando muitos fãs desde que entrou para o catálogo da Netflix, mesmo sem ser uma das mais populares por lá. Produzida pela BBC, as cinco temporadas do seriado estão disponíveis no streaming.

A história se passa em Londres depois da Segunda Guerra Mundial e mostra freiras e parteiras que percorrem um bairro pobre prestando assistência médica para mães e recém-nascidos. As histórias são emocionantes, confira outros motivos para você dar uma chance para “Call the Midwife”.

Série “Call the Midwife”  por 5 motivos você deve assistir

1.História

A série é ambientada em Londres no ano de 1957. Pós-guerra, a cidade batalhava forte para se reconstruir e as mulheres tiveram enorme participação nessa fase em diversos setores. No bairro East End, Jenny Lee (Jessica Raine) atua junto com outras jovens enfermeiras e freiras anglicanas prestando assistência gratuita às mulheres, grávidas e crianças pobres da região.

2. Episódios

Com uma hora de duração, cada capítulo traz uma emoção diferente. As enfermeiras criam laços e se envolvem em diversas histórias, como gravidez na adolescência, mulheres com dezenas de filhos, mulheres que são prostitutas, depressão pós-parto e sexualidade feminina.

3. Empatia e sororidade

As jovens se colocam no lugar das mulheres desconhecidas com dificuldades financeiras. Sem julgamentos, elas apenas usam seus conhecimentos para ajudá-las, em um ato 100% altruísta e que mostra na prática a irmandade feminina.

4. Questões ainda atuais

Além de mostrar os problemas com o serviço de saúde gratuito não oferecido pelo governo londrino, “Call the Midwife” mostra as dificuldades que a mulher enfrenta até hoje, como a legalização do aborto (na década de 1950, o procedimento era considerado crime), amamentação, revolução anticoncepcional e a trombose, além dos tabus sexuais e o parto normal.

5. Aula de história

O seriado é riquíssimo em pesquisa de história mundial e local. A recuperação da Inglaterra no pós-guerra mostra as mudanças sociais, políticas e econômicas da fase. Já o subúrbio londrino mostra os costumes, a moda da época e os desafios dos moradores pobres de sobreviver na região.

Cinema e Séries

“A Forma da Água”: por que filme favorito ao Oscar está sendo acusado de plágio?

Publicado

em

Foto: Fox Searchlight Pictures

Líder em indicações em Oscar 2018, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, “A Forma da Água” foi acusado de plágio na justiça. A denúncia foi apresentada por David Zindel, filho do escritor Paul Zindel, autor de uma peça chamada “Let Me Her You Whisper”, da década de 1960. Não só o cineasta Guillermo Del Toro, mas também a Fox e o produtor do filme, Daniel Kraus, são alvos da ação.

A peça de Zindel é ambientada na Guerra Fria e narra a história de uma mulher solitária que trabalha em um centro de pesquisas. Com o tempo, ela começa a criar um laço com um golfinho, que se comunica apenas com ela e a quem ela decide salvar dos maus tratos dos cientistas.

Esta é basicamente mesma trama de “A Forma da Água”, que conta a história de Elisa, uma mulher muda que se apaixona por uma criatura fantástica, mantida em um laboratório do governo americano.

Foto: Fox Searchlight Pictures

Para David Zindel, é um choque que “um estúdio deste porte faça um filme tão parecido com o trabalho de Paul sem consultar a família sobre direitos autorais”. Na acusação registrada, Zindel argumenta que o filme é claramente derivado de “Let Me Her You Whisper”.

Defesa

Em comunicado oficial, a Fox afirmou que entrará com uma moção para que a corte da Califórnia não prossiga com o caso. De acordo com a empresa, as acusações são infundadas. “A queixa parece ter sido feita para nos pressionar durante a votação do Oscar. A Fox defenderá vigorosamente este filme original e inovador”, afirma o comunicado.

Em entrevista ao Deadline, Guillermo Del Toro afirmou que nunca havia ouvido falar da peça e que nenhum de seus produtores a mencionou durante a criação da história. “Escrevo roteiros há 25 anos e nunca tive problemas em expor minhas referências e influências. Sempre fui aberto em relação a coisas que amo e a discutir como elas aparecem em meus filmes”, disse.

Continue lendo
Anúncio
Anúncio

Brasil

Ciência

Mundo

Anúncio

Mais Lidas