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Ciência

1º de janeiro 2018 começará com a maior ‘Superlua’ do ano

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Na noite do dia 1º de janeiro 2018 acontece a primeira e maior superlua do ano, a segunda da “trilogia da superlua”, como batizou a NASA. A primeira aconteceu no último dia 3 de dezembro. A próxima será no dia 31 de janeiro.

Às exatas 19h54, horário de Brasília, acontece o perigeu, ponto da órbita lunar em que o satélite natural se encontra mais próximo de nosso planeta. Nesse momento, uma distância de 356,5 mil quilômetros estarão separando a Lua da superfície terrestre.

O ápice do espetáculo, porém, acontece 4,5 horas depois. É quando todo o lado claro da Lua estará refletindo a luz do Sol, fenômeno popularmente chamado de Lua Cheia. Nesse momento a lua estará um pouco mais longe, a 356,8 mil quilômetros da Terra. A combinação dos fatores, porém, que criam a superlua, quando o satélite aparece até 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua normal.

Se você tem viagem marcada no final do mês para a América do Norte, qualquer lugar no Pacífico ou na Ásia Oriental, é bom prestar uma atenção especial à outra superlua, do dia 31 de janeiro. Será a segunda lua cheia do mês, fenômeno conhecido como “Blue Moon”. A “superlua azul” vai ainda coincidir com um eclipse total do satélite natural.

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Ciência

Mineral mais duro que diamante é descoberto por cientistas

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Foto: Reprodução/webmineral.ru

A substância não identificada foi achada por garimpeiros na Sibéria (Rússia) dois anos atrás. Desde estão foram realizados exaustivos testes para se descobrir do que se tratava.

A conclusão foi que os cientistas estão diante de um mineral não catalogado e formado no espaço. Os especialistas nomearam a descoberta de uakitite.

O mineral mais duro que diamante foi descoberto em um meteorito por cientistas russos, de acordo com reportagem do “Mirror”.

“Há um número de minerais e de substâncias que podem ser formados sob condições cósmicas e que não são encontrados na Terra”, explicou Boris Shustov, diretor do Instituto de Astronomia da Academia de Ciência da Rússia.

Estruturalmente, o novo mineral é relacionado ao carlsbergite (CrN) e ao osbornite (TiN). Por causa da pequena quantidade encontrada, as propriedades físicas do uakitite são difíceis de ser determinadas. A Universidade Federal de Ural continua estudando o mineral. Com informações do Page Not Found.

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