conecte-se conosco

Ciência

1º de janeiro 2018 começará com a maior ‘Superlua’ do ano

Publicado

em

Na noite do dia 1º de janeiro 2018 acontece a primeira e maior superlua do ano, a segunda da “trilogia da superlua”, como batizou a NASA. A primeira aconteceu no último dia 3 de dezembro. A próxima será no dia 31 de janeiro.

Às exatas 19h54, horário de Brasília, acontece o perigeu, ponto da órbita lunar em que o satélite natural se encontra mais próximo de nosso planeta. Nesse momento, uma distância de 356,5 mil quilômetros estarão separando a Lua da superfície terrestre.

O ápice do espetáculo, porém, acontece 4,5 horas depois. É quando todo o lado claro da Lua estará refletindo a luz do Sol, fenômeno popularmente chamado de Lua Cheia. Nesse momento a lua estará um pouco mais longe, a 356,8 mil quilômetros da Terra. A combinação dos fatores, porém, que criam a superlua, quando o satélite aparece até 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua normal.

Se você tem viagem marcada no final do mês para a América do Norte, qualquer lugar no Pacífico ou na Ásia Oriental, é bom prestar uma atenção especial à outra superlua, do dia 31 de janeiro. Será a segunda lua cheia do mês, fenômeno conhecido como “Blue Moon”. A “superlua azul” vai ainda coincidir com um eclipse total do satélite natural.

Curta nossa página no Facebook e receba todas as nossas últimas novidades!

Anúncio

Ciência

Arqueólogos descobrem túmulo antigo com esqueletos em formação de espiral no México

Publicado

em

Foto: Instituto Nacional de Antropologia e História/INAH

Arqueólogos mexicanos descobriram um local de enterro de 2.400 anos de idade no qual dez esqueletos estavam meticulosamente posicionados em uma formação circular e com as partes de seus corpos interligadas. Os pesquisadores nunca viram nada parecido, com sinais apontando para uma prática ritualística anteriormente desconhecida.

A incrível descoberta foi feita próxima do centro de Tlalpan, uma cidade ao sul da Cidade do México. A antiga vila associada com esse túmulo foi descoberta em 2006, e arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) têm conduzido escavações nela e em seu entorno desde então. Os corpos foram encontrados apenas 1,2 metro abaixo de um edifício na Universidad Pontificia de México, que costumava ter salas, uma pequena capela e dormitórios para padres.

Foto: Instituto Nacional de Antropologia e História/INAH

Dos dez corpos descobertos na sepultura, os arqueólogos do INAH confirmaram a presença de duas mulheres, um homem, uma criança e um bebê. Pelo menos dois esqueletos parecem ter crânios deformados de propósito, e alguns têm dentes intencionalmente deformados, de acordo com uma análise preliminar. Potes de argila e tigelas arredondadas com pequenas aberturas circulares também foram encontradas no local.

Sinais de deformação craniana entre os restos dos antigos mesoamericanos não é nada novo — isso provavelmente foi feito para significar uma afiliação a um grupo, demonstrar status social ou como uma melhoria cosmética. Mas é a orientação dos corpos no túmulo que é particularmente notável.

Foto: Instituto Nacional de Antropologia e História/INAH

Os esqueletos foram postos em uma formação espiral em torno de um ponto concêntrico — como que para sugerir que os corpos estivessem em movimento em torno de uma figura central como uma roda.

“Havia um indivíduo por cima do outro, por exemplo: a cabeça do indivíduo sobre o peito do outro, as mãos de um indivíduo sob as costas do outro, o bebê sobre o corpo de outro”, disse Jimena Rivera, diretora do Projeto de Escavação e Salvamento Arqueológico na Universidad Pontificia de México, em entrevista ao site Noticieros Televisa. “Então, eles estavam relacionados”, acrescentando que não havia registro prévio de “um enterro com esse arranjo”.

Cada corpo foi colocado de lado, com os ossos dos braços interligados. Não está imediatamente claro se as pessoas morreram de causas naturais, algum tipo de calamidade grupal ou se foram deliberadamente assassinados. Embora o propósito exato ou a razão para o túmulo sejam desconhecidos, os pesquisadores suspeitam de que ele tenha sido parte de um ritual elaborado.

Foto: Mauricio Marat/Instituto Nacional de Antropologia e História/INAH

“Acreditamos que poderia ser uma interpretação da vida, porque os indivíduos têm diferentes idades: tem um bebê, uma criança, uma criança um pouco mais velha, jovens adultos, adultos e um adulto mais velho”, disse Rivera.

Essa antiga vila Tlalpan, um dos assentamentos mais antigos da região, data do período Pré-clássico do México, que foi de 1000 a.C. a 250 d.C. Foi muito antes da ascensão do grande Império Azteca, que teve seu ápice entre os séculos XIV e XVI. Essa vila em particular existiu entre a fase Ticomán (400-200 a.C.) e a fase Zacatenco (700 a 400 a.C.). Naquela época, a região tinha uma área arborizada, terra fértil e cachoeiras com água fresca.

Arqueólogos já encontraram vários enterros mesoamericanos antes, embora com menos corpos. Os pesquisadores do INAH dizem que vão continuar a estudar esses ossos e os artefatos para ter uma imagem mais clara do que aconteceu.

As Informações são do Instituto Nacional de Antropologia e Historia via National Geographic

Veja a galeria

Continue lendo
Anúncio
Anúncio

Brasil

Ciência

Mundo

Anúncio

Mais Lidas